Uma borboleta gigante: conheça o projeto turístico que Criciúma quer tirar do papel

Uma borboleta gigante: conheça o projeto turístico que Criciúma quer tirar do papel
Fotos: Divulgação/Decom

Criciúma quer transformar um de seus principais cartões-postais em um atrativo inédito em Santa Catarina. A proposta é criar o primeiro borboletário do estado no Morro Cechinel, unindo natureza, educação ambiental e turismo em um espaço que promete chamar atenção até mesmo pela arquitetura.

O projeto prevê a construção de um prédio em formato de borboleta, tornando a atração uma das mais curiosas já idealizadas para o Sul catarinense.

O que é um borboletário?

Um borboletário é um espaço planejado para a preservação, reprodução e observação de borboletas em um ambiente controlado e próximo ao seu habitat natural. Além de proporcionar contato com diferentes espécies, esses locais costumam oferecer experiências educativas sobre biodiversidade, polinização e conservação ambiental.

Em diversas partes do mundo, os borboletários são atrações bastante procuradas por famílias, estudantes, fotógrafos e amantes da natureza.

Uma borboleta gigante no alto da cidade

O que torna o projeto de Criciúma ainda mais especial é o conceito arquitetônico. A estrutura foi concebida no formato de uma borboleta, com áreas envidraçadas nas “asas”, onde os visitantes poderiam observar as espécies em meio à vegetação.

A proposta também prevê passarelas e espaços de contemplação integrados ao Morro Cechinel, criando uma experiência que combina lazer, conhecimento e contato com a natureza.

Um novo atrativo para o Morro Cechinel

A ideia faz parte de um plano de valorização turística da região. Atualmente, o Morro Cechinel já recebe visitantes que buscam a vista panorâmica de 360 graus da cidade. Em dias de boa visibilidade, é possível observar tanto a Serra Geral quanto o litoral catarinense.

O local também abriga o Parque Astronômico Albert Einstein, espaço voltado à observação do céu e à divulgação científica.

Projeto ainda aguarda execução

Embora as obras ainda não tenham começado, o projeto voltou a ser mencionado recentemente e segue como uma das propostas mais interessantes para o futuro do turismo em Criciúma.

Se sair do papel, a atração poderá colocar a cidade em destaque no cenário estadual ao abrigar o primeiro borboletário de Santa Catarina, ampliando as opções de lazer e fortalecendo o turismo ecológico na região.